Author: Brian Holt

  • O papel do corretor na era do algoritmo: Curadoria humana em um mercado saturado de dados

    Você já passou horas rolando o feed de um portal imobiliário, filtrando por metragem, número de quartos e bairro, apenas para chegar ao final do dia com a sensação de que todos os imóveis parecem iguais ou, pior, que nenhum deles realmente atende ao que você busca? Esse é o paradoxo da abundância. Temos mais dados do que nunca, fotos em 4k e tours virtuais, mas a decisão de compra nunca pareceu tão exaustiva e incerta. O problema central não é a falta de informação, mas o excesso dela. O algoritmo é excelente em empurrar o que é popular ou o que pagou mais para aparecer no topo, mas ele é incapaz de ler as entrelinhas de uma necessidade humana. É aqui que a figura do corretor de imóveis deixa de ser um “abridor de portas” para se tornar um curador estratégico.

    A ilusão da transparência digital Muitos compradores e investidores acreditam que, por terem acesso aos mesmos anúncios que os profissionais, o papel do corretor se tornou obsoleto. Ledo engano. O dado bruto é frio. Ele diz que o apartamento tem 80m2, mas não avisa que a incidência solar no inverno é nula ou que o prédio vizinho possui um gerador barulhento que liga toda madrugada. Recentemente, acompanhei o caso de um investidor que estava prestes a fechar um excelente negócio em um lançamento imobiliário numa região em franca valorização. No papel, os números eram impecáveis: ticket médio baixo, alta demanda de locação e uma planta otimizada. No entanto, um corretor com vivência local e olhar clínico identificou um detalhe que o algoritmo ignorou: a prefeitura havia acabado de aprovar uma mudança no zoneamento de duas quadras adiante, o que resultaria em uma obra de infraestrutura pesada pelos próximos quatro anos, inviabilizando o sossego de qualquer inquilino de curto prazo. Esse “detalhe” salvou o cliente de um prejuízo de liquidez que nenhuma planilha de Excel teria previsto. Curadoria é sobre o que descartar Em um mercado saturado, o valor real não está em te mostrar 50 opções, mas em filtrar as 47 que não servem para você.

    O corretor moderno atua como um editor. Ele entende que a compra do primeiro imóvel envolve medos que um chatbot não consegue acolher. Ele sabe que a documentação imobiliária — aquela sopa de letrinhas entre escrituras, registros e certidões negativas — é onde moram os maiores riscos, e não na cor do piso da sala. A tecnologia deve ser usada para agilizar a burocracia, mas a estratégia de negociação ainda é profundamente humana. Saber o momento exato de apertar o passo em uma oferta ou recuar quando o vendedor parece desesperado demais exige inteligência emocional, algo que o código de programação mais avançado ainda não mimetiza com perfeição. O fator invisível: O mercado “off-market” Outro ponto que o comprador autônomo ignora é que os melhores negócios muitas vezes nem chegam aos grandes portais. Imóveis com alto potencial de valorização ou oportunidades urgentes circulam primeiro nas redes de contatos de imobiliárias e corretores experientes. Quando você depende exclusivamente do algoritmo, você está consumindo o que sobrou da curadoria humana. Para quem deseja vender, a lógica é a mesma. Não basta “subir o anúncio”. É preciso entender o perfil psicográfico de quem compra. O home staging, por exemplo, não é apenas decoração; é psicologia aplicada ao espaço. Um corretor que domina essa técnica sabe transformar um ambiente impessoal em um lar aspiracional, elevando o valor percebido muito acima do que a média do bairro sugere.

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  • Onde encontrar o autêntico pinhão curitibano durante o inverno

    Você desembarca no Aeroporto Afonso Pena com a promessa de viver o “inverno europeu” brasileiro, mas, ao caminhar pela XV de Novembro sob um vento cortante de 8°C, percebe que o frio de Curitiba não é apenas uma estatística climática; é um estado de espírito que exige combustível térmico. O problema é que, para o visitante desavisado, a busca pelo autêntico pinhão — a alma gastronômica do Paraná — muitas vezes termina em uma porção borrachuda de supermercado ou em pratos excessivamente gourmetizados que escondem o sabor rústico da semente da Araucária. Encontrar o pinhão perfeito, aquele que descasca com facilidade e derrete na boca com um leve toque de sal, requer saber exatamente onde os curitibanos se escondem quando a geada aperta. O epicentro: Feiras de Inverno e o Mercado Municipal Se você quer a experiência raiz, esqueça os menus requintados por um momento. O coração do inverno curitibano bate na Praça Osório. As feiras de artesanato e gastronomia que ocupam a praça entre junho e julho são o “portal de entrada” para quem busca o pinhão cozido na hora. Ali, o aroma da fumaça se mistura ao cheiro do quentão (a versão local, com vinho tinto e especiarias). Mas a verdadeira autoridade técnica sobre o produto está no Mercado Municipal de Curitiba. Se o seu roteiro permite uma parada técnica antes de seguir para um city tour privativo, vá ao setor de hortifruti. É lá que você entende a diferença entre o pinhão “comum” e o pinhão de “primeira”. Os especialistas locais ensinam: o pinhão bom é pesado e tem a casca brilhante, num tom marrom-avermelhado profundo. Se estiver leve demais, está seco; se tiver furinhos, o “bicho do pinhão” chegou antes de você. A sofisticação em Santa Felicidade Para quem prefere o conforto de um jantar harmonizado, o bairro de Santa Felicidade transforma a semente em alta gastronomia.

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    Em vez de apenas cozido, você encontrará o pinhão como protagonista de risotos, massas e o tradicional Entrevero — um refogado robusto de pinhão com carnes variadas e pimentões. É a escolha ideal para casais que buscam uma experiência romântica, fugindo do óbvio enquanto o termômetro lá fora insiste em cair. A conexão com a Serra do Mar Muitos turistas acreditam que o pinhão é exclusividade do planalto, mas a cultura da semente permeia toda a descida da Serra do Mar. Se você planeja o icônico passeio de trem para Morretes, saiba que a experiência ferroviária ganha camadas extras no inverno. Ao chegar na histórica Morretes, o tradicional Barreado muitas vezes ganha acompanhamentos sazonais que incluem o pinhão, criando uma ponte entre o frescor do litoral e a força da serra. É um contraste fascinante: você sai da arquitetura urbana e fria de Curitiba, atravessa a densa Mata Atlântica e termina o dia comendo um prato que ferve por 24 horas em panelas de barro, acompanhado de pinhões que foram colhidos ali perto, nas encostas da serra. Dicas de quem vive o dia a dia local O teste da água: Se você comprou pinhão cru para levar ou preparar na sua hospedagem, jogue-os em um balde com água. Os que boiarem estão estragados ou vazios. Os que afundarem são os tesouros da estação. Logística de transporte: No inverno, o clima de Curitiba é imprevisível. Optar por um receptivo especializado ou transfers privativos evita que você perca tempo procurando estacionamento sob chuva ou vento, garantindo que você chegue aos pontos turísticos — como o Tanguá ou o Jardim Botânico — e volte para o conforto de um restaurante aquecido sem estresse.

  • A que preço falamos de imóveis de luxo?

    Os limites variam de acordo com a região. Em Paris, os imóveis de luxo começam em € 1,6 milhão (segmento Premium), nos cinco departamentos excepcionais (Hauts-de-Seine, Alpes-Maritimes, Var, Haute-Savoie e Corse-du- Sud) em € 1 milhão e nos demais departamentos em € 600.000. O segmento Luxo começa em € 3 milhões, € 2 milhões e € 1,2 milhão, respectivamente, enquanto o Ultraluxo começa em € 8 milhões, € 5 milhões e € 3 milhões. Por que o mercado de imobiliária de luxo é mais resiliente à crise?

    Vários fatores explicam essa resiliência: uma clientela abastada menos dependente do crédito bancário, uma oferta escassa e limitada, imóveis localizados em áreas com forte atratividade sustentável e fundamentos estruturais sólidos. Além disso, esses imóveis frequentemente constituem refúgios seguros para investidores em tempos de incerteza. Quais regiões concentram imóveis de luxo na França? A região de Île-de-France domina, com 30% das transações Premium.

    A região PACA se destaca particularmente em Ultraluxo, com 40% das transações, principalmente nos Alpes Marítimos, Var e Bouches-du-Rhône. No total, 80% das transações Premium concentram-se em apenas 20 departamentos. A demanda por imóveis de luxo está realmente aumentando? Sim, de acordo com o indicador Belles Demeures, a demanda cresceu +8,8% em um ano desde o início de 2024, superando o mercado tradicional (+7%). Essa recuperação afeta principalmente os segmentos Premium e Luxo, enquanto o Ultraluxo mostra sinais mais hesitantes, exposto a incertezas geopolíticas.

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  • O que avaliar na vizinhança antes de fechar negócio

    O que avaliar na vizinhança antes de fechar negócio
    Ao comprar ou alugar um imóvel, é comum focarmos apenas na planta, no acabamento e no
    preço. No entanto, a localização é o único fator que você não pode mudar após a assinatura do
    contrato. A vizinhança impacta diretamente na sua qualidade de vida e no potencial de
    valorização do patrimônio.
    Confira os pontos essenciais que você deve avaliar antes de bater o martelo:
    1. Infraestrutura e Serviços Próximos
    Verifique a proximidade de serviços essenciais como supermercados, farmácias, padarias e
    hospitais. Se você depende de transporte público, teste a distância até pontos de ônibus ou
    estações de metrô. Uma vizinhança “caminhável” economiza tempo e reduz gastos com
    combustível.
    2. Segurança e Iluminação
    A sensação de segurança é fundamental. Visite a rua em diferentes horários, especialmente à
    noite. Observe se as ruas são bem iluminadas, se há presença de câmeras de monitoramento
    ou guitarras de segurança particular. Conversar com vizinhos e comerciantes locais é a melhor
    forma de descobrir a real situação da região.
    3. Nível de Ruído e Trânsito
    O que parece uma rua calma durante o dia pode se transformar em um pesadelo sonoro à noite
    ou nos finais de semana. Verifique se existem bares, casas de shows, igrejas ou feiras livres na
    porta. Além disso, observe o fluxo de veículos nos horários de pico para entender se o acesso
    ao imóvel é fluido ou congestionado.

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    4. Potencial de Valorização
    Para quem investe, olhar para o futuro é vital. Verifique se existem novos empreendimentos
    sendo construídos ou projetos da prefeitura para a região, como a criação de parques ou novas
    vias de acesso. Áreas em desenvolvimento tendem a valorizar o metro quadrado em curto e
    médio prazo.
    5. Perfil da Vizinhança
    Tente entender se o perfil dos moradores combina com o seu estilo de vida. Uma área
    predominantemente universitária terá uma dinâmica muito diferente de um bairro familiar ou de
    um centro financeiro. Escolher um local que dialogue com sua rotina evita atritos futuros.
    Dica de ouro: Visite o local pelo menos três vezes em horários distintos (manhã, noite e fim de
    semana). Somente assim você terá uma visão real de como será morar ou investir naquele
    endereço.

  • Maturidade financeira: a jornada da primeira parcela à entrega das chaves

    Você já parou para calcular quanto custa a sua pressa? No cenário das grandes aquisições patrimoniais, a diferença entre quem constrói um legado e quem apenas sobrevive a boletos está na capacidade de trocar o imediatismo pela estratégia. A jornada que começa na assinatura da primeira parcela e termina com a entrega das chaves não é apenas um percurso burocrático ou financeiro; é um exercício de maturidade e visão de longo prazo. Muitas pessoas enxergam o consórcio apenas como uma “poupança forçada”, mas quem opera no nível sênior do planejamento financeiro sabe que estamos falando de uma poderosa ferramenta de alavancagem. Diferente do financiamento tradicional, onde o comprador paga por dois ou três imóveis para usufruir de um, o autofinanciamento permite que o capital trabalhe a favor do patrimônio, e não do lucro bancário.

    A ausência de juros compostos transforma o custo efetivo da operação em algo infinitamente mais palatável, permitindo que o excedente financeiro seja reinvestido ou utilizado para acelerar a contemplação. Imagine o caso de um investidor que chamaremos de Marcos. Ele já possui sua residência própria, mas deseja diversificar sua carteira com imóveis para locação. Em vez de imobilizar R$ 500 mil de uma vez, ele opta por entrar em um grupo de consórcio imobiliário com parcelas programadas que cabem no seu fluxo de caixa mensal. Marcos não tem pressa imediata, mas possui uma reserva de oportunidade. Após 18 meses de contribuição, ele percebe uma janela técnica no grupo: o volume de lances baixou sazonalmente.

    Ele utiliza parte de suas economias para ofertar um lance livre, somado a um lance embutido (usando uma porcentagem da própria carta de crédito). Contemplado, ele adquire um apartamento pronto. O movimento estratégico aqui é magistral: o aluguel do novo imóvel passa a cobrir boa parte das parcelas restantes. Na prática, Marcos utilizou o consórcio para adquirir um ativo que se paga sozinho, gerando o que chamamos de patrimônio autossustentável. Para alcançar esse nível de execução, é preciso dominar alguns pilares: A escolha do grupo: Grupos em andamento, com fundo de reserva saudável, podem oferecer estatísticas de contemplação mais previsíveis. O uso da Carta de Crédito: Ter o poder de compra à vista no momento da negociação do imóvel ou veículo garante descontos que, muitas vezes, anulam a taxa de administração do consórcio. Gestão de Lances: Entender a dinâmica entre lance fixo, livre e embutido é o que separa o sorteado passivo do estrategista ativo. vale a pena fazer consorcio o que é melhor

  • Investindo na Queda: A Mentalidade de Quem Compra o Pânico

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    Você já abriu seu aplicativo de portfólio, viu números vermelhos de dois dígitos e sentiu aquele frio na espinha? Aquele impulso primitivo de vender tudo para “salvar o que restou”? Se sim, você é humano. A evolução programou nosso cérebro para fugir do perigo, e no mercado financeiro, gráficos sangrando são interpretados biologicamente como uma ameaça à sobrevivência. No entanto, é exatamente nesse momento de desconforto visceral que as maiores transferências de riqueza da história acontecem. Comprar o pânico não é um ato de coragem cega; é uma estratégia deliberada de supressão de instintos. A maioria dos iniciantes entende a teoria do “compre na baixa, venda na alta”, mas falha miseravelmente na execução. Por quê? Porque quando a “baixa” finalmente chega, ela não vem com um convite formal ou um sinal claro de oportunidade. Ela vem acompanhada de manchetes apocalípticas, influenciadores decretando o fim do Bitcoin e um sentimento generalizado de que, desta vez, tudo vai a zero. Para operar contra a manada, você precisa primeiro distinguir preço de valor. Vamos usar um exemplo prático e doloroso. Novembro de 2022. O colapso da FTX, uma das maiores corretoras do mundo, jogou o mercado em uma espiral de medo. O Bitcoin despencou para a casa dos US$ 15.000 e US$ 16.000. O sentimento nas redes sociais era de funeral. Quem comprou ali não o fez porque tinha uma bola de cristal, mas porque olhou para os fundamentos da rede. O hashrate (poder computacional) do Bitcoin continuava subindo, a rede não havia parado de produzir blocos e a adoção institucional, silenciosamente, continuava. O preço caiu por causa de uma fraude corporativa centralizada (FTX), não por uma falha no protocolo do Bitcoin.

    Essa distinção é a chave. Quem entendeu isso e comprou o “pânico” de novembro de 2022, viu seu capital multiplicar nos anos seguintes. Mas como fazer isso sem tentar “segurar uma faca caindo”? A técnica aqui não é tentar adivinhar o fundo absoluto — isso é jogo de azar. A abordagem educada e profissional é o DCA (Dollar Cost Averaging) Agressivo em Zonas de Capitulação. Funciona assim: você define zonas de preço que considera subvalorizadas com base em métricas históricas (como o MVRV Z-Score ou a Média Móvel de 200 semanas). Quando o ativo entra nessas zonas e o medo extremo domina o índice Fear & Greed, você aumenta seus aportes periódicos. Se você comprava R$ 500 por semana, nessas zonas você passa a comprar R$ 1.000 ou R$ 1.500, se seu caixa permitir. Você não joga todo o seu dinheiro de uma vez. Você escala a entrada. Se o Bitcoin cair de 60k para 50k, você compra. Se for a 40k, você compra mais. Se for a 30k, você compra pesado. O objetivo é baixar seu preço médio enquanto o resto do mercado está paralisado. Existe, contudo, um alerta vital que separa o investidor inteligente do imprudente: nunca compre a queda de um projeto cujos fundamentos mudaram para pior. Se uma criptomoeda caiu 90% porque sua tecnologia falhou, foi hackeada irreparavelmente ou seus desenvolvedores abandonaram o barco, isso não é uma promoção; é um óbito. O Bitcoin e o Ethereum provaram resiliência ao longo de ciclos; altcoins especulativas menores podem nunca recuperar seus topos históricos.

  • Provisões para encargos trabalhistas: Como não ser pego de surpresa pelo décimo terceiro

    Funções da contabilidade fiscal Gaidesk

    Ricardo olhava para o extrato bancário com uma mistura de orgulho e preocupação. Sua empresa de tecnologia, uma SLU que migrou recentemente de ME para EPP, tinha acabado de fechar o melhor trimestre do ano. O saldo em conta era positivo, mas o calendário na parede marcava meados de novembro. Foi quando o “frio na barriga” típico de fim de ano apareceu: a primeira parcela do décimo terceiro salário dos seus doze colaboradores vencia em poucos dias. O erro de Ricardo é mais comum do que se imagina no cotidiano empresarial brasileiro. Muitos gestores olham para o caixa hoje e esquecem que parte daquele dinheiro já tem dono — e não é o fornecedor ou o sócio. É o que chamamos tecnicamente de passivo oculto, ou, de forma mais direta, a provisão para encargos trabalhistas. A ilusão do caixa cheio Na prática, cada mês que um funcionário trabalha, ele “conquista” o direito a 1/12 do seu salário anual, além de uma fração proporcional de férias e do respectivo terço constitucional. Quando o empresário ignora essa matemática e utiliza o saldo total para reinvestir ou distribuir lucros sem critério, ele está, na verdade, consumindo um capital que deveria estar reservado. Para quem está no Simples Nacional, o impacto parece menor porque a contribuição previdenciária patronal costuma estar embutida na guia única (DAS). No entanto, para empresas no Lucro Presumido ou Lucro Real, o buraco é mais embaixo. Além do salário em si, incidem o FGTS e as contribuições sociais que podem elevar o custo dessa “surpresa” de fim de ano em quase 30% acima do valor nominal da folha. O cálculo que salva noites de sono Uma gestão contábil estratégica não se limita a entregar guias de impostos.

    Ela educa o empresário a enxergar a folha de pagamento de forma fracionada. O ideal é que, mensalmente, a empresa reserve cerca de 1/12 do valor da folha bruta, acrescido dos encargos (FGTS e provisão de férias). Se a folha de pagamento da empresa do Ricardo é de R$ 50.000,00, ele deveria “esquecer” que cerca de R$ 5.000,00 a R$ 6.000,00 existem todos os meses, transferindo esse valor para uma conta de reserva ou aplicação de liquidez diária. Quando chega novembro, o recurso para a primeira parcela já está disponível, sem desespero ou necessidade de recorrer a empréstimos bancários com juros abusivos. Variáveis que complicam o cenário Não se trata apenas de dividir o salário por doze. Precisamos considerar as variáveis: Horas extras e comissões: Elas integram a média do décimo terceiro. Se o seu time fez muita hora extra no primeiro semestre, o valor da provisão precisa ser ajustado. Aumentos salariais: Se houve dissídio ou promoção em outubro, o décimo terceiro será pago com base no salário novo, mas a provisão feita nos meses anteriores foi baseada no valor antigo. Impacto no fluxo de caixa: O pagamento da segunda parcela, em dezembro, coincide com o fechamento de outros impostos e, muitas vezes, com a queda de produtividade em alguns nichos de prestação de serviço. Do operacional ao estratégico Ter uma contabilidade digital e consultiva transforma essa dinâmica. Em vez de Ricardo receber apenas o boleto do FGTS, ele passa a ter acesso a relatórios de BPO financeiro que mostram o “lucro real” descontadas as provisões. É a diferença entre o compliance fiscal básico e o controle financeiro empresarial de alto nível.

  • Como a tecnologia pode erradicar a exclusão financeira

    Como a tecnologia pode erradicar a exclusão financeira Atualmente, cerca de 1,4 bilhão de adultos ao redor do mundo permanecem “desbancarizados”. No Brasil, embora o cenário tenha evoluído, milhões ainda enfrentam barreiras como taxas abusivas, burocracia excessiva e falta de agências físicas. A solução para esse problema não virá das instituições tradicionais, mas sim da tecnologia blockchain e do mercado cripto. O Bitcoin como porta de entrada Diferente do sistema bancário convencional, o Bitcoin não exige comprovante de renda, endereço fixo ou histórico de crédito. Para participar da economia global, o usuário precisa apenas de um smartphone e conexão à internet. Ao comprar criptomoedas, o indivíduo torna-se o seu próprio banco. Essa descentralização elimina intermediários que, historicamente, excluem as camadas mais pobres da população devido aos altos custos operacionais. Com o Bitcoin, as remessas internacionais e pagamentos tornam-se rápidos e baratos, conectando qualquer pessoa ao sistema financeiro global instantaneamente.

    Onilx Bank Política de privacidade

    DeFi: O banco do futuro é digital e aberto Enquanto o Bitcoin atua como reserva de valor e meio de troca, a rede Ethereum e as Finanças Descentralizadas (DeFi) levam a inclusão a um novo patamar. Através de contratos inteligentes, qualquer pessoa pode: 1. Acessar empréstimos: Sem análise de crédito humana ou discriminação. 2. Gerar rendimentos: Colocar seus ativos para trabalhar com taxas superiores às da poupança tradicional. 3. Usar Stablecoins: Proteger seu patrimônio da inflação local utilizando moedas pareadas ao dólar. A revolução da acessibilidade A tecnologia está simplificando o processo de investimento. Hoje, comprar criptomoedas é mais intuitivo do que preencher formulários bancários complexos. Aplicativos modernos permitem que pequenos investidores comecem com valores baixos, democratizando o acesso à acumulação de riqueza. A exclusão financeira é um problema de infraestrutura e confiança. O mercado cripto resolve ambos, oferecendo um sistema transparente, auditável e, acima de tudo, aberto para todos. O futuro das finanças não é apenas digital; ele é inclusivo por design.

  • É melhor comprar a primeira casa ou ficar de aluguel?

    Todo mundo mais cedo ou mais tarde se pergunta se deve comprar ou alugar
    um apartamento. Se você também tem essa dúvida, sabe como pode ser difícil
    lidar com esse dilema.
    Escolher comprar ou ficar de aluguel pode determinar seu futuro, esse é um
    passo importante, que pode te colocar em crise.
    Além disso, muitas vezes tendemos a pensar que mais cedo ou mais tarde a
    compra de uma casa é obrigatória .

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    “ Ter um teto sobre a cabeça ” é uma forma
    de dizer que você precisa da certeza de que, aconteça o que acontecer, você
    terá para sempre um lugar para morar e para poder chamar no verdadeiro
    sentido da palavra: lar.
    No entanto, não é certo que comprar possa ser melhor do que ficar a alugar ,
    ambas as soluções de habitação podem ter conotações positivas e negativas. A
    escolha de comprar um imóvel ou ficar de aluguel, de fato, pode variar de acordo
    com as necessidades , portanto, comprar uma casa não deve ser uma escolha
    obrigatória, mas uma decisão ponderada também de acordo com as condições
    econômicas e de trabalho de cada um.

  • Imobiliária: Saiba o que você está dando e recebendo

    Compre Cobertura

    Depois de encontrar a pessoa com quem deseja trabalhar, normalmente você precisará colocar esse compromisso por escrito. Um contrato típico de exclusividade com uma corretora de imóveis é de três meses, e um contrato de listagem do vendedor é um compromisso de seis meses em média. No entanto, a duração destes contratos é negociável dependendo do mercado e das suas necessidades. Apenas certifique-se de que você se sinta confortável com a duração do seu compromisso.

    Os agentes imobiliários trabalham com comissão, e a taxa típica do agente é de 5% a 6%. Mas se você é um comprador, você não vai pagar nada fora do bolso. Esta taxa é geralmente paga pelo vendedor assim que a casa é vendida e dividida entre os agentes do comprador e do vendedor. Taxas de hoje • Hipotecas • Refinanciar • 30 anos fixos • 3,390% • Taxa de ícone para cima • 15 anos fixos • 2,730% • Taxa de ícone para cima • FHA – 30 anos fixos • 3,650% • Taxa de ícone para cima • VA – 30 anos fixos • 2,970% • Taxa de ícone para cima • Jumbo 30 anos fixos • 3,340% Taxa de ícone para cima Fique por dentro das nossas últimas histórias domésticas, taxas de hipotecas e dicas de refinanciamento.